Um Sublime Peregrino

"É indispensável manter o Espiritismo, qual foi entregue pelos Mensageiros Divinos a Allan Kardec, sem compromissos políticos, sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes, sem pruridos de conquista a poderes terrestres transitórios." Bezerra de Menezes (Mensagem "Unificação", psicografia de Francisco Cândido Xavier - Reformador, agosto 2001)
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sábado, 13 de junho de 2009

A virtude - Sede Perfeitos (3)


8. A virtude, no mais alto grau, é o conjunto de todas as qualidades essenciais que constituem o homem de bem. Ser bom, caritativo, laborioso, sóbrio, modesto, são qualidades do homem virtuoso. Infelizmente, quase sempre as acompanham pequenas enfermidades morais que as desornam e atenuam. Não é virtuoso aquele que faz ostentação da sua virtude, pois que lhe falta a qualidade principal: a modéstia, e tem o vício que mais se lhe opõe: o orgulho. A virtude, verdadeiramente digna desse nome, não gosta de estadear-se. Adivinham-na; ela, porém, se oculta na obscuridade e foge à admiração das massas. S. Vicente de Paulo era virtuoso; eram virtuosos o digno cura d'Ars e muitos outros quase desconhecidos do mundo, mas conhecidos de Deus. Todos esses homens de bem ignoravam que fossem virtuosos; deixavam-se ir ao sabor de suas santas inspirações e praticavam o bem com desinteresse completo e inteiro esquecimento de si mesmos.

À virtude assim compreendida e praticada é que vos convido, meus filhos; a essa virtude verdadeiramente cristã e verdadeiramente espírita é que vos concito a consagrar-vos. Afastai, porém, de vossos corações tudo o que seja orgulho, vaidade, amor-próprio, que sempre desadornam as mais belas qualidades. Não imiteis o homem que se apresenta como modelo e trombeteia, ele próprio, suas qualidades a todos os ouvidos complacentes. A virtude que assim se ostenta esconde muitas vezes uma imensidade de pequenas torpezas e de odiosas covardias.

Em princípio, o homem que se exalça, que ergue uma estátua à sua própria virtude, anula, por esse simples fato, todo mérito real que possa ter. Entretanto, que direi daquele cujo único valor consiste em parecer o que não é? Admito de boamente que o homem que pratica o bem experimenta uma satisfação íntima em seu coração; mas, desde que tal satisfação se exteriorize, para colher elogios, degenera em amor-próprio.

O vós todos a quem a fé espírita aqueceu com seus raios, e que sabeis quão longe da perfeição está o homem, jamais esbarreis em semelhante escolho. A virtude é uma graça que desejo a todos os espíritas sinceros. Contudo, dir-lhes-ei: Mais vale pouca virtude com modéstia, do que muita com orgulho. Pelo orgulho é que as humanidades sucessivamente se hão perdido; pela humildade é que um dia elas se hão de redimir. François-Nicolas-Madeleine. (Paris, 1863.)

A virtude é uma qualidede do homem de bem. Ser virtuoso é ser bom, caridoso, amoroso, educado, acima de tudo é ser humano. O homem virtuoso sabe que tem defeito, mas suas qualidades superam os defeitos e as pessoas, apenas, enxergam suas qualidades. O homem virtuoso não precisa propagar que é virtuoso, aliás, ele nem sabe que é virtuoso, porque, este homem é humilde, temos na história exemplos de homens(mulheres) vituosos: Ghandi, Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce, como cita o Evangelho: S. Vicente, St. Augustinho, entre outros que são anônimos.
O homem virtuoso não procura fazer valer seus talentos, ao contrário, ele faz sobressair as qualidades do seu semelhante, se tem alto cargo, se faz líder por seu exemplo, nunca humilha os subalternos, se é empregado, serve com humildade e gratidão, transformando a mais simples tarefa em celeiro de utilidade, porque serve com amor.
Se tivesse que falar das qualidades do homem virtuoso passaria este post todo tecendo inumeras outras qualidades seja de oredem social ou espíritual, porém meus amigos, o Sublime peregrino, nosso amado Jesus é o maior modelo ainda a ser seguido por todas as culturas

Muita Paz!

quinta-feira, 11 de junho de 2009

O dever - Sede Perefeitos


I – O Dever

LÁZARO - Paris, 1863

7 – O dever é a obrigação moral, primeiro para consigo mesmo, e depois para com os outros. O dever é a lei da vida: encontramo-lo nos mínimos detalhes, como nos atos mais elevados. Quero falar aqui somente do dever moral, e não do que se refere às profissões.

Na ordem dos sentimentos, o dever é muito difícil de ser cumprido, porque se encontra em antagonismo com as seduções do interesse e do coração. Suas vitórias não têm testemunhas, e suas derrotas não sofrem repressão. O dever íntimo do homem está entregue ao seu livre arbítrio: o aguilhão da consciência, esse guardião da probidade interior, o adverte e sustenta, mas ele se mostra freqüentemente impotente diante dos sofismas da paixão. O dever do coração, fielmente observado, eleva o homem. Mas como precisar esse dever? Onde ele começa? Onde acaba? O dever começa precisamente no ponto em que ameaçais a felicidade ou a tranqüilidade do vosso próximo, e termina no limite que não desejaríeis ver transposto em relação a vós mesmos.

Deus criou todos os homens iguais para a dor; pequenos ou grandes, ignorantes ou instruídos, sofrem todos pelos mesmos motivos, a fim de que cada um pese judiciosamente o mal que pode fazer. Não existe o mesmo critério para o bem, que é infinitamente mais variado nas suas expressões. A igualdade em relação à dor é uma sublime previsão de Deus, que quer que os seus filhos, instruídos pela experiência comum, não cometam o mal desculpando-se com a ignorância dos seus efeitos.

O dever é o resumo prático de todas as especulações morais. É uma intrepidez da alma, que enfrenta as angústias da luta. É austero e dócil, pronto a dobrar-se às mais diversas complicações, mas permanecendo inflexível diante de suas tentações. O homem que cumpre o seu dever ama a Deus mais que as criaturas, e as criaturas mais que a si mesmo; é a um só tempo, juiz e escravo na sua própria causa.

O dever é o mais belo galardão da razão; ele nasce dela, como o filho nasce da mãe. O homem deve amar o dever, não porque ele o preserve dos males da vida, aos quais a humanidade não pode subtrair-se, mas porque ele transmite à alma o vigor necessário ao seu desenvolvimento.

O dever se engrandece e esplende, sob uma forma sempre mais elevada, em cada uma das etapas superiores da humanidade. A obrigação moral da criatura para com Deus jamais cessa, porque ela deve refletir as virtudes do Eterno, que não aceita um esboço imperfeito, mas deseja que a grandeza da sua obra resplandeça aos seus olhos.


Meus irmãos a mensagem do Evangelho mostra claramente a questão do dever para consigo mesmo em primeiro lugar, depois para com os outros. Precismos entender que o sentimento do dever está em nós, em todos os sentidos da vida e nos acompanhará em todos os momentos também, é o dever da mãe para com os filhos, dos filhos para com os pais, dos irmãos, dos amigos, dos colegas de trabalho, entre outros, este dever está na nossa consciência e no nosso livre-arbítrio.
No mundo de hoje, muitas pessoas se sentem envergonhadas em serem educadas, acham que irão pagar "mico", são incapazes de um ato de delicadeza, a exemplo: levantar-se para ceder o lugar a uma pessoa mais velha em qualquer ambiente que esteja lotado, seja no ônibus, metrô, consultório médico, etc. Isso meus irmãos é um dever que devemos para com nossos semelhantes, não é apenas uma questão de educação, isto também é caridade.
Os jovens, na sua maioria, não aprendem mais valores morais em seus lares, suas mães estão ocupadas com a vida moderna, precisam cuidar da profissão e deixam a educação dos filhos sob responsabilidade de terceiros e pequenos deveres não são mais ensinados, esses jovens não podem aprender sozinhos ( a maioria aprende através da dor e do amadurecimento).
O Evangelho diz que o homem tem que amar o dever para o desenvolvimento da sua alma, e qual seria este desenvolvimento? É justamente meus irmãos a questão da evolução do espírito, sabemos que estamos no caminho certo da nossa evolução, quando percebemos que nossa alma se sente incomodada quando ver alguém passando por algum constrangimento e sentimos que é nosso dever ajudar de alguma forma, nem que seja através da oração e podem apostar meus irmãos que a oração bem sentida vale muito, não apenas para aquele que a recebe, mas para nós pequenos doadores e sentimos que nosso dever está crescendo e irradiando para a forma elevada.

Muita Paz!

terça-feira, 9 de junho de 2009

Parábola do Semeador


"Naquele mesmo dia, Jesus, tendo saído de casa, sentou-se perto do mar; e se reuniu ao seu redor uma grande multidão do povo; por isso ele subiu num barco, onde se sentou, todo o povo estando na margem; e lhes disse muitas coisas por parábolas, falando-lhes desta maneira:
Aquele que semeia, saiu a semear; e, enquanto semeava, uma parte da semente caiu ao longo do caminho, e vindo os pássaros do céu a comeram.

Outra caiu nos lugares pedregosos onde não havia muita terra; e logo nasceu porque a terra onde estava não tinha profundidade. Mas o Sol tendo se erguido em seguida, a queimou; e, como não tinha raízes, secou.

Outra caiu nos espinheiros, e os espinhos, vindo a crescer, a sufocaram.

Outra, enfim, caiu em boa terra, e deu frutos, alguns grãos rendendo cento por um, outros sessenta e outros trinta.

Que ouça aquele que tem ouvidos para ouvir". (Mateus, cap. 13, 1 a 9)

"Escutai vós, pois, a parábola do semeador.

Todo aquele que escuta a palavra do reino e não lhe dá atenção, o espírito maligno vem e arrebata o que havia sido semeado em seu coração; é aquele que recebeu a semente ao longo do caminho.

Aquele que recebeu a semente no meio das pedras, é o que escuta a palavra, e que a recebe na hora mesmo com alegria; mas não tem em si raízes, e não está senão por um tempo; e quando sobrevêm os obstáculos e as perseguições por causa da palavra, a toma logo como um objeto de escândalo e de queda.

Aquele que recebe a semente entre os espinhos, é o que ouve a palavra; mas em seguida, os cuidados deste século e a ilusão das riquezas sufocam em se essa palavra, e a tornam infrutífera.

Mas aquele que recebe a semente numa boa terra, é aquele que escuta a palavra, que lhe presta atenção e que dá fruto, e rende cento, ou sessenta, ou trinta por um". (Mateus, cap. 12, 18 a 23)


Meus irmãos, quando leio esta parábola penso no conhecimento humano e quanto mais esclarecido o homem se torna mais perto da conquista evolutiva, ele se encontrará.
A parábola do Semeador fala do conhecimento que o homem necessita alcançar através da sua caminhada na Terra, embora, nem todos ainda estão preparados para entender e assim como as sementes que caem em solo infertil, em solo rochoso ou em outros solos, assim também é a maturidade de todos os seres humanos. Alguns ainda passarão por todas as fases da semeadura, até entenderem que as leis divinas são imutáveis e o homem precisa compreender as verdades da Lei de Deus.

Muita paz!

domingo, 7 de junho de 2009

OS BONS ESPÍRITAS - Sede Perfeitos

e
Não vem o Espiritismo criar uma moral nova:- apenas facilita aos homens a inteligência e a prática da Moral do CRISTO, dando fé sólida e esclarecida aos que vacilam ou duvidam. Mas muitos do que aceitam, as manifestações, não compreendem as suas conseqüências, nem seu alcance moral.

É que o lado notoriamente Material da ciência não requer senão olhos para observar, ao passo que a parte essencial, exige certo grau de sensibilidade, que poderia ser chamado de maturidade do senso moral, ao qual independe da idade da idade e do grau de instrução de cada um.

Em uns, o laço da matéria ainda é muito forte e não permitem que o Espírito se desprenda das coisas terrenas. Fixam-se nos fenômenos mais que do que na Moral.

São Espíritos imperfeitos, dos quais alguns ficam pelos caminhos ou se afastam dos irmãos de crença, porque recuam ante a obrigação de se reformarem.

A aceitação do princípio da doutrina é o primeiro passo, que lhes tornará o segundo mais fácil em outra existência. O verdadeiro e sincero Espírita está em grau mais avançado. Tem o coração enternecido; sua FÉ é também a toda prova.

É como o músico que se comove com certos acordes, enquanto outro apenas escuta.

RECONHECE-SE O VERDADEIRO ESPÍRITA POR SUA TRANSFORMAÇÃO MORAL E PELOS ESFORÇOS QUE FAZ PARA DOMINAR AS MÁS ENCLINAÇÕES.

Enquanto um se compraz num horizonte limitado, o outro, que compreende algo mais, esforça-se para ir mais além.


Fonte:http://www.techs.com.br/meimei/evangelho/evangelho_cap17.htm


quinta-feira, 4 de junho de 2009

Sede Perfeitos (2)


O Homem de Bem 3 – O verdadeiro homem de bem é aquele que pratica a lei de justiça, de amor e caridade, na sua maior pureza. Se interroga a sua consciência sobre os próprios atos, pergunta se não violou essa lei, se não cometeu o mal, se fez todo o bem que podia, se não deixou escapar voluntariamente uma ocasião de ser útil, se ninguém tem do que se queixar dele, enfim, se fez aos outros aquilo que queria que os outros fizessem por ele. Tem fé em Deus, na sua bondade, na sua justiça e na sua sabedoria; sabe que nada acontece sem a sua permissão, e submete-se em todas as coisas à sua vontade. Tem fé no futuro, e por isso coloca os bens espirituais acima dos bens temporais. Sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções, são provas ou expiações, e as aceita sem murmurar. O homem possuído pelo sentimento de caridade e de amor ao próximo faz o bem pelo bem, sem esperar recompensa, paga o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte e sacrifica sempre o seu interesse à justiça. Encontra usa satisfação nos benefícios que distribui, nos serviços que presta, nas venturas que promove, nas lágrimas que faz secar, nas consolações que leva aos aflitos. Seu primeiro impulso é o de pensar nos outros., antes que em si mesmo, de tratar dos interesses dos outros, antes que dos seus. O egoísta, ao contrário, calcula os proveitos e as perdas de cada ação generosa. É bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças nem de crenças, porque vê todos os homens como irmãos. Respeita nos outros todas as convicções sinceras, e não lança o anátema aos que não pensam como ele. Em todas as circunstâncias, a caridade é o seu guia. Considera que aquele que prejudica os outros com palavras maldosas, que fere a suscetibilidade alheia com o seu orgulho e o seu desdém, que não recua à idéia de causar um sofrimento, uma contrariedade, ainda que ligeira, quando a pode evitar, falta ao dever do amor ao próximo e não merece a clemência do Senhor. Não tem ódio nem rancor, nem desejos de vingança. A exemplo de Jesus, perdoa e esquece as ofensas, e não se lembra senão dos benefícios. Porque sabe que será perdoado, conforme houver perdoado. É indulgente para as fraquezas alheias, porque sabe que ele mesmo tem necessidade de indulgência, e se lembra destas palavras do Cristo: “Aquele que está sem pecado atire a primeira pedra”. Não se compraz em procurar os defeitos dos outros, nem a pô-los em evidência. Se a necessidade o obriga a isso, procura sempre o bem que pode atenuar o mal. Estuda as suas próprias imperfeições, e trabalha sem cessar em combatê-las. Todos os seus esforços tendem a permitir-lhe dizer, amanhã, que traz em si alguma coisa melhor do que na véspera. Não tenta fazer valer o seu espírito, nem os seus talentos, às expensas dos outros. Pelo contrário, aproveita todas as ocasiões para fazer ressaltar a vantagens dos outros. Não se envaidece em nada com a sua sorte, nem com os seus predicados pessoais, porque sabe que tudo quanto lhe foi dado pode ser retirado. Usa mas não abusa dos bens que lhe são concedidos, porque sabe tratar-se de um depósito, do qual deverá prestar contas, e que o emprego mais prejudicial para si mesmo, que poderá lhes dar, é pô-los ao serviço da satisfação de suas paixões. Se nas relações sociais, alguns homens se encontram na sua dependência, trata-os com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante Deus. Usa sua autoridade para erguer-lhes a moral, e não para os esmagar com o seu orgulho, e evita tudo quanto poderia tornar mais penosa a sua posição subalterna. O subordinado, por sua vez, compreende os deveres da sua posição, e tem o escrúpulo de procurar cumpri-los conscientemente. (Ver cap.XVII, nº 9) O homem de bem, enfim, respeita nos seus semelhantes todos os direitos que lhes são assegurados pelas leis da natureza, como desejaria que os seus fossem respeitados. Esta não é a relação completa das qualidades que distinguem o homem de bem, mas quem quer que se esforce para possuí-las, estará no caminho que conduz às demais.

Meus irmãos logo acima temos um item do cap. XVII do Evangelho Segundo o Espiritismo, que fala do homem de bem. Muitos pessoas devem pensar que conseguir estas virtudes é quase impossível no mundo em que vivemos, no mundo em que cada dia mais a violência toma conta dos corações dos homens, é difícil manter equilíbrio e seguir este modelo proposto pelo Evangelho, quando deparamos com imagens postadas pela mídia de torcedores de times se degladiando, destruindo e tirando a vida do seu semelhante, embora nossa visão ainda embotada pelas coisas materiais, não consiga explicação para tamanha barbárie, e penso nos tempos em que a humanidade visitavam as arenas para ver gladiadores lutando até a morte, leões devorando Cristãos para o divertimento do público ensandecido, entre outros atos insanos dos povos antigos e me questiono onde está a evolução? Percebo meus amigos, que evoluímos em tecnologia, na medicina e em outras atividades materiais, embora as coisas espirituais, ao meu ver, continuam engatiando.
Portanto, devemos buscar sempre, começando de nós mesmos, seguir o modelo que Allan Kardec aponta no Evangelho, nos esforçando para possuir as qualidades que o texto cita, nos despojando do homem velho cheio de vícios e defeitos, e nos revestindo do homem novo, que busca a paz, o amor e a espiritualidade, porque o homem espiritualizado não se compraz com o mal.

Muita paz!

terça-feira, 2 de junho de 2009

Sede Perfeitos (1)


Meus irmãos o cap. XVII do Evangelho Segundo o Espiritismo trata da máxima deixada pelo Sublime Peregrino que é "Sede perfeito como vosso pai celestial é perfeito", pretendo aqui fazer um laboratório do que será objeto de estudo do Grupo aonde tratarei do assunto, por isso, estudaremos no blog por alguns dias o referido capítulo, agradeço desde já qualquer cooperação que alguém possa deixar nos comentários e discordando se for o caso, de algo que eu cite e não condiza com a nossa Doutrina, obrigada!

SEDE PERFEITOS

1. Caracteres da Perfeição (Evangelho Segundo o Espiritismo)

"Mas eu vos digo, amai a vossos inimigos, fazei o bem aos que vos tem ódio e orai pelos que vos perseguem e caluniam, para serdes filhos de vosso Pai, que está no Céu, o qual faz nascer o seu sol, sobre bons e maus, e vir chuva sobre justos e injustos. Porque se vos não amais senão os que vos amam, que recompensa haveis de ter?- não fazem assim os publicanos? E se vos saudardes somente aos vossos irmãos, que fazeis nisso de especial? Não fazem assim também os gentios? Sede, pois, perfeitos, como também vosso Pai celestial é perfeito."(Mateus)

Jesus nos deixa um guia para alcançarmos a perfeição, sabemos que é muito complicado amar o inimigo, os que conseguem, estão em um patamar bem mais alto do que aqueles que ainda não conseguiram. Fazer o bem aos que nos odeiam é complicado, orar pelos que nos perseguem e nos caluniam parece em muitos casos impossível, mas meus irmãos ,Jesus deixa um modelo de perfeição que devemos seguir para nos considerarmos filhos de Deus e ele não disse que seria imediatamente, por isso necessitamos da reencarnação para que possamos lapidar nosso espírito e alcançar a perfeição, imitando-o, porque o próprio Jesus é este modelo de amor e doação que pretedemos um dia alcançar, subindo a escada da evolução.
Muitos autores fala da tarefa impossível de se igualar ao criador, mas acredito que Jesus não quer que tenhamos esta pretenção, devemos buscar com humildade exercitar nossas tarefas menores e para isto temos o Universo onde podemos empregar todo nosso aprendizado e culminar no máximo de desprendimento possível.
Muitas vezes, meditei a questão de amar os mais próximos da gente, em alguns casos é realmente mais fácil amar nossos irmãos de sangue, nosso filhos, pais, esposos, esposas, porém, para alguns, as vezes é impossível amar os parentes, achando mais fácil amar as pessoas que não fazem parte do seu convivio, simplesmente porque elas não conhecem seus defeitos intímos, igual aos que estão convivendo embaixo do mesmo teto, por isso, ouvimos algumas pessoas falando que "Fulano é um amor de pessoa" e em casa são verdadeiros tiranos do lar, péssimos companheiros, irmão intransigente, filho problemático, entre outras coisas. Por isso meus amigos, devemos primeiro amar os mais próximos de nós, porque só assim seremos verdadeiramente justos e prontos para amar nosso semelhante, o amor tem que ser universal e quem realmente ama, pratica todas as coisas que Jesus nos ensinou, perdoando os defeitos e erros dos nossos amigos, saberemos um dia perdoar aos inimigos e fazer o bem aos que nos odeiam, perseguem e caluniam.

Muita Paz!


Um Sublime Peregrino

Um Sublime Peregrino