domingo, 8 de novembro de 2009
Convite
O NESLUZ estará realizando no dia 06/12/09 (1º Domingo), uma memorável reunião, com inicio previsto para as 14h00min, no Teatro SILOGEU, Praça Diogo de Braga, Vitória de Santo Antão, PE, com a participação dos palestrantes, o irmão MARCOS FERNANDES, da cidade de Gravatá, com o tema : O PERISPÍRITO, e o irmão FRANCISCO BARBOSA, da cidade de Bom Jardim, que falará sobre “MATERIALIZAÇÃO E APARIÇÃO DE ESPÍRITO”, onde mostrará as aparições na Bíblia, foto de espíritos materializados e foto de espíritos no cotidiano. Haverá intervalo para o lanche e sorteios. Pedimos uma doação de R$ 3,00 para a construção da nossa sede própria. Contamos com você, amigos e familiares.
BR - 050 Recebe nome de Chico Xavier
Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
LEI Nº 12.065, DE 29 DE OUTUBRO DE 2009.
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| Denomina Chico Xavier o trecho da rodovia BR-050, entre a divisa dos Estados de São Paulo e Minas Gerais e a divisa dos Municípios de Uberaba com Uberlândia, em Minas Gerais. |
O VICE–PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o É denominado Chico Xavier o trecho da rodovia BR-050, entre a divisa dos Estados de São Paulo e Minas Gerais e a divisa dos Municípios de Uberaba com Uberlândia, no Estado de Minas Gerais.
Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 29 de outubro de 2009; 188o da Independência e 121o da República.
JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA
Alfredo Nascimento
Este texto não substitui o publicado no DOU de 30.10.2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
MÚLTIPLAS ATIVIDADES

Constantemente, achamos pessoas indispostas e queixosas diante dos compromissos que assumiram espontaneamente, ou que tiveram que assumir, premidas pela necessidade.
Muitas delas, tornadas infelizes, passam a não fazer bem feito o que têm aos seus cuidados, sob mil alegações, tais como: "não ganho pra isso..."; "ninguém me dá valor..."; "estou estressado com tantas coisas..."; "enquanto me acabo, há outros que não fazem nada..." , e outras alegações que apenas ampliam dificuldades.
É verdade que vemos mães e pais de família sobrecarregados diante dos deveres domésticos que lhes pesam.
Os compromissos de cuidar do lar, da família e da profissão, ao mesmo tempo, provocam desgastes e cansaços, indiscutivelmente.
No entanto, partindo-se do princípio de que Deus não concede um fardo maior do que as forças de quem o vai conduzir, como estabelece a voz popular, constatamos que os aborrecimentos são injustificados.
Concebendo-se a perfeição das leis divinas em tudo, também esse rol de atividades e de lutas está sob o foco dessa divina perfeição.
Por outro lado, a adoção de reclamações e do mau humor permanente não solucionará os problemas, nem diminuirá os seus deveres à frente deles, antes, ampliará as torturas sob as quais alega viver.
Desse modo, se esse é o seu caso, procure em Deus a solução esperada.
Verifique se você não está trabalhando demais, cansando-se demais, em virtude de querer ter mais coisas, de desejar manter um nível de vida econômica e financeira melhor. Se for por isto, a reclamação é indevida. A situação só depende de você para ser resolvida.
Se você é compelido a essas múltiplas atividades, porque elas são vitais para o equilíbrio social da família, da sua vida, afinal; se não há modo de alterar esse quadro sem graves prejuízos para você e os seus, então, você está em meio a vicissitudes importantes para o seu reequilíbrio geral, perante as leis de Deus.
Se a sua jornada múltipla atende a necessidades intransponíveis, seja numa fase da sua vida ou seja durante toda a vida terrena, pense na importância disso para o seu reajustamento espiritual, pense na sementeira abençoada para o próximo futuro.
Veja, por outro lado, que você trabalha muito agora, sim, e censura os que nada ou muito pouco fazem, no campo dos seus conhecimentos. Avalie que a situação que essas pessoas vivem hoje em dia, de modo displicente, cria para elas a necessidade do reacerto com as leis eternas, no porvir. A diferença entre elas e você é que você já se encontra em franco processo de reajustamento, respondendo pela má utilização do tempo em épocas passadas.
Faça tudo com alegria íntima, porque você está em rota de libertação.
O que lhe dói não é o trabalho em si, pois o trabalho é lei de Deus. O que o atormenta é o preço do resgate, caracterizado pela indiferença do mundo para com a sua luta particular.
Vibre com a grande chance que você está tendo de resgatar trabalhando, ao invés de queimar seus débitos morais em situações graves de moléstias inibidoras, de vasto espectro, que costumam atacar os depredadores do tempo.
Meditação: A ti sobretudo, meu anjo guardião, que mais particularmente velas por mim, e a todos vós, Espíritos protetores, que por mim vos interessais, peço fazerdes que me torne digno da vossa proteção. Conheceis as minhas necessidades; sejam elas atendidas, segundo a vontade de Deus. (Cap. XXVIII, item 12, segundo parágrafo).
(De: "Para uso diário", de J. Raul Teixeira - pelo Espírito Joanes)
O LIVRO-LIBELO

O distinto causídico não ocultava a ojeriza que experimentava pela Doutrina Espírita. Fosse onde fosse, se a conversa versasse sobre algum tema de Espiritismo, escorregava deliberadamente para o sarcasmo. "Essa história de Espiritismo só num tratado psiquiátrico" - dizia, irônico -, e destilava pequenas difamações como quem debulhava espigas de brasas. Tão azedo adversário se fizera, que aproveitou o largo período de férias, em fazenda silenciosa, para escrever um livro contra os postulados espíritas. Livro-acusação. Livro de ódio. Nos serões caseiros, costumava ler para os amigos esse ou aquele trecho, em que médiuns eram denunciados e apupados de maneira cruel. E riam-se, ele e os companheiros, entre um e outro gole de uísque, salpicando a lama esfogueante em forma de letras.
O distinto advogado assumia as primeiras responsabilidades para enviar o volume à editora, quando sobreveio o inesperado.
Dirigia carro elegante, nas proximidades de um grupo escolar, quando atarantado pequeno, a correr desorientado, lhe cai sob as rodas.
Um passarinho sob um trator não morreria mais depressa.
Tumulto. Autoridades em cena.
Ele mesmo, suportando os impropérios do povo, apanha o cadáver minúsculo e, de coração agoniado, busca a residência da vítima.
Em sã consciência não é culpado, mas tem o coração alanceado de intensa dor.
Chorando copiosamente, entrega o menino morto aos pais em pranto, que o recebem sem a mínima queixa.
O pai acaricia os cabelos da criança, em silêncio, e a mãezinha ora em lágrimas.
Deseja ser humilhado, acusado, ferido. Isso, decerto, lhe diminuiria a tensão. Encontra ali, porém, apenas a resignação e a serenidade.
O advogado consulta então a família sobre a instauração do processo de indenização, mas o chefe da família responde, firme:
- Nada disso. O doutor não teve culpa alguma. Ninguém faria isso por querer... Os desígnios de Deus foram cumpridos...
E a mãe do menino, enxugando o rosto, acrescenta:
- Choramos, como é natural, mas não desejamos indenização alguma. Deus sabe o que faz.
O causídico, de olhos vermelhos, considerou:
- Então...
Mas o dono da casa cortou-lhe a palavra, acentuando:
- Doutor, não se preocupe... Compreendemos perfeitamente que o senhor não tem culpa... o senhor está sofrendo tanto quanto nós... Ore conosco, a fim de acalmar-se..
Admirando-lhes a paciência cristã, o causídico indagou, vacilante:
- Que religião professam?
- Nós somos espíritas - informou o pai da pequena vítima.
O advogado baixou a cabeça e ali permaneceu, sensibilizado e prestimoso, até à realização dos funerais.
E à noite, em casa, de coração opresso e transformado, fechou-se no quarto e rasgou o livro-libelo que havia escrito.
Hilário Silva (Waldo Vieira)
(De "A vida escreve", de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, pelo Espírito Hilário Silva)


