"É indispensável manter o Espiritismo, qual foi entregue
pelos Mensageiros Divinos a Allan Kardec, sem compromissos políticos,
sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes, sem pruridos
de conquista a poderes terrestres transitórios."
Bezerra de Menezes (Mensagem "Unificação",
psicografia de Francisco Cândido Xavier - Reformador, agosto 2001)
Autora de vários livros psicografados por Chico Xavier, entre eles : "Pai Nosso", "Amizade", "Palavras do Coração", "Cartilha do bem ", "Evangelho em Casa", "Deus Aguarda", "Mãe" etc...e, no entanto, tão pouco conhecida pelos testemunhos que teve de dar quando em vida, Irma de Castro - seu nome de batismo -foi um exemplo de resignação ante a dor, que lhe ceifou todos os prazeres que a vida poderia permitir a uma jovem cheia de sonhos e de esperanças. Nascida em 22 de outubro de 1922, na cidade de Mateus Leme, MG, transferiu residencia para Belo Horizonte em 1934, onde conheceu Arnaldo Rocha, com quem se casou aos 22 anos de idade, tornando-se então, Irma de Castro Rocha. O casamento durou apenas dois anos, pois veio a falecer com 24 anos de idade, por complicações generalizadas devidas a uma nefrite crônica.
Durante toda a infância Meimei teve problemas em suas amígdalas. Tinha sua região glútea toda marcada por injeções. Logo após o casamento, voltou a apresentar o quadro, tendo que se submeter a uma cirurgia para extração dessas glândulas. Infelizmente, após a operação, um pequeno pedaço permaneceu em seu corpo, dando origem a todo o drama que viria a ter que enfrentar, pois o quadro complicou-se com perturbações renais que culminaram com hipertensão arterial e craniana.
Devido à hipertensão,passou a apresentar complicações oculares, perdendo progressivamente a visão e tendo que ficar dia e noite em um quarto escuro, sendo que nos dois últimos dias de vida já estava completamente cega. Durante os últimos dias de vida, o sofrimento aumentou. Tinha de fazer exames de urina, sangue e punções na medula, semanalmente. Segundo Arnaldo Rocha, seu marido, Meimei viveu esse período com muita resignação, humildade e paciência.
Os momentos finais foram muito dolorosos. Seus pulmões não resistiram, apresentando um processo de Edema Agudo, fazendo com que ela emitisse sangue pela boca. Seus últimos trinta minutos de vida foram de desespero e aflição. Mas, no final deste quadro, com o encerramento da vida física, seu corpo voltou a apresentar a expressão de calma que sempre a caracterizou. Meimei foi enterrada no cemitério do Bonfim, em Belo Horizonte.
Surge Chico Xavier Aproximadamente cinquenta dias após a desencarnação da esposa, Arnaldo Rocha, profundamente abatido, acompanhado de seu irmão Orlando, que era espírita, descia a Av. Santos Dumont, em Belo Horizonte, quando avistou o médium Chico Xavier. Arnaldo não era espírita e nunca privara da companhia do médium até aquele momento. Quase dez anos atras haviam-no apresentado a ele, muito rapidamente. Ele devia ter pouco mais de doze anos. O que aconteceu ali, naquele momento, mudou completamente sua vida.E é ele mesmo quem narra o ocorrido : "Chico olhou-me e disse : "Ora gente, é o nosso Arnaldo, está triste, magro, cheio de saudades da querida Meimei"... Afagando-me , com a ternura que lhe é própria, foi-me dizendo : "Deixe-me ver, meu filho, o retrato de nossa Meimei que você guarda na carteira." E , dessa forma, após olhar a foto que Arnaldo lhe apresentara, Chico lhe disse : - Nossa querida princesa Meimei quer muito lhe falar ! " E, naquela noite, em uma reunião realizada em casa de amigos espíritas de Belo Horizonte, Meimei deixou sua primeira mensagem psicografada. E, com o passar dos anos, Chico foi revelando aos amigos mais chegados que Meimei era a mesma Blandina, citada por André Luiz na obra "Entre a Terra e o Céu" (capítulos 9 e 10), que morava na cidade espiritual "Nosso Lar"; disse, também, que ela é a mesma Blandina, filha de Taciano e Helena, que Emmanuel descreve no romance "Ave Cristo", e que viveu no terceiro século depois de Jesus. Enfim, para concluir, resta apenas dizer que "Meimei" era um apelido carinhoso que o casal Arnando-Irma passou a usar, após a leitura de um conto chamado "Um Momento em Pequim", de autor americano. Ambos passaram a se tratar dessa forma : "Meu Meimei ".E , segundo Arnaldo, Chico não poderia saber disso. Transcrito de mensagem publicada na lista espiritualismo@yahoogroups.com
Pai! Pode ser que daqui a algum tempo Haja tempo prá gente ser mais Muito mais que dois grandes amigos Pai e filho talvez...
Pai! Pode ser que daí você sinta Qualquer coisa entre Esses vinte ou trinta Longos anos em busca de paz...
Pai! Pode crer, eu tô bem Eu vou indo Tô tentando, vivendo e pedindo Com loucura prá você renascer...
Pai! Eu não faço questão de ser tudo Só não quero e não vou ficar mudo Prá falar de amor Prá você...
Pai! Senta aqui que o jantar tá na mesa Fala um pouco tua voz tá tão presa Nos ensine esse jogo da vida Onde a vida só paga prá ver...
Pai! Me perdoa essa insegurança Que eu não sou mais Aquela criança Que um dia morrendo de medo Nos teus braços você fez segredo Nos teus passos você foi mais eu...
Pai! Eu cresci e não houve outro jeito Quero só recostar no teu peito Prá pedir prá você ir lá em casa E brincar de vovô com meu filho No tapete da sala de estar Ah! Ah! Ah!...
Pai! Você foi meu herói meu bandido Hoje é mais Muito mais que um amigo Nem você nem ninguém tá sozinho Você faz parte desse caminho Que hoje eu sigo em paz Pai! Paz!...
Essa música é uma verdadeira oração, e gostaria do compartilhar com vocês. Algumas pessoas acham-na triste, mas eu penso que é uma canção que fala não apenas de amor, mas do milagre da natureza que acontece todos os dias, e depois lança uma esperança pois tudo se renova, a vida é esta luta constante e nós escrevemos a nossa história no livro da vida. Muita Paz!
Para completar a postagem anterior sobre a família, colocarei aqui, a música do Padre zezinho, que é uma verdadeira oração as famílias:
Que nenhuma família comece em qualquer de repente, Que nenhuma família termine por falta de amor. Que o casal seja um para o outro de corpo e de mente, E que nada no mundo separe um casal sonhador. Que nenhuma família se abrigue debaixo da ponte, Que ninguém interfira no lar e na vida dos dois. Que ninguém os obrigue a viver sem nenhum horizonte, Que eles vivam do ontem, do hoje e em função de um depois. Que a família comece e termine sabendo onde vai, E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai. Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor, E que os filhos conheçam a força que brota do amor. Abençoa, senhor, as famílias! amém! abençoa, senhor, a minha também. (bis) Que marido e mulher tenham força de amar sem medida, Que ninguém vá dormir sem pedir ou sem dar seu perdão. Que as crianças aprendam no colo o sentido da vida, Que a família celebre a partilha do abraço e do pão. Que marido e mulher não se traiam, nem traiam seus filhos,que o ciúme não mate a certeza do amor entre os dois. Que no seu firmamento a estrela que tem maior brilho, Seja a firme esperança de um céu aqui mesmo e depois. Que a família comece e termine sabendo onde vai, E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai. Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor, E que os filhos conheçam a força que brota do amor. Abençoa, senhor, as famílias! amém! abençoa, senhor, a minha também. (bis)
Deus está aqui neste momento Sua presença é real em meu viver Entregue sua vida e seus problemas Fale com Deus, Ele vai ajudar você
Deus te trouxe aqui Para aliviar o seu sofrimento É Ele o autor da Fé Do princípio ao fim De todos os seus tormentos
(refrão) E ainda se vier noites traiçoeiras Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo E o mundo pode até Fazer você chorar Mas Deus te quer sorrindo (bis)
Seja qual for o seu problema Fale com Deus, Ele vai ajudar você Após a dor vem a alegria Pois Deus é amor e não te deixará sofrer