Um Sublime Peregrino

"É indispensável manter o Espiritismo, qual foi entregue pelos Mensageiros Divinos a Allan Kardec, sem compromissos políticos, sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes, sem pruridos de conquista a poderes terrestres transitórios." Bezerra de Menezes (Mensagem "Unificação", psicografia de Francisco Cândido Xavier - Reformador, agosto 2001)

domingo, 31 de maio de 2009

Mude você mesmo


As pessoas que acreditam na espiritualidade, muitas vezes começam atribuir todas as mazelas da vida aos espíritos, por isso meus amigos, cuidado, nem todos ataques são provenientes de espíritos, a maioria das vezes, são provenientes das suas próprias questões pessoais, íntimas e não percebem que suas emoções são que estão desajustadas e os fazem vacilar.
Esses irmãos desavisados, por falta de compreensão, de estudo e de evolução, acreditam que qualquer dor nas costas, qualquer mal-estar, cansaço sem motivo aparente entre outros problemas de ordem física ou psíquica, atribuem ao ataque dos espíritos, que provavelmente estão ali para molestarem-nos, mas estes irmãos em verdade, desconhecem questões simples da vida espiritual que se soubessem ganhariam mais qualidade de vida, em verdade não estão sobre ataque de nenhum espírito, mas sim, sob energias negativas geradas pelos seus pensamentos negativos.
As emoções comprometidas e desajustadas levam-nos a desejar o que muitas vezes não nos é permitido, porém ninguém pode mudar a lei divina e nos somos os responsáveis por semear nossa infelicidade ou nossa felicidade, portanto, nem todas as coisas nos são dadas e a maioria vem pelo acréscimo (merecimento), espírito nenhum pode modificar esta lei e tão pouco podemos culpá-los por não conseguirmos o que desejamos, o objeto do nosso desejo, então não adianta culpar espíritos ou procurar coisa feita, bruxarias, mandigas, trabalhos de magia e nem tentar mudar a situação buscando nas casas umbandistas fazer"trabalhos", porque a maioria consegue piorar a situação.
Muitas vezes, as pessoas me procuram e me pedem para tirar a bebida de alguém, sinto naquele momento piedade, devo avisar que não tenho este poder, muito embora meus companheiros espirituais me digam para não tirar a esperança daquela esposa, ou mãe, ou irmã, e eu respondo pela intuição que nada para Deus é impossível, e que a pessoa deve orar muito em benefício do necessitado, que com certeza o Senhor tocará o coração daquele irmão que se deixa arrastar pelo vício. Aqui, porém, eu digo para vocês, não espere o outro mudar, mude você primeiro, comece em si mesmo as mudanças que gostaria que houvesse no outro e lembre-se que se tem alguma coisa que pode mudar a sua vida essa força provem de você mesmo.
Muita paz!

sábado, 30 de maio de 2009

O Centro Espírita


Olá meus irmãos, gostaria de usar este espaço para desabafar um pouco, sei que muitos amigos que aqui estão presentes e lendo o que escrevo, possam não entender as coisas que colocarei aqui. Trata-se de assunto delicado e que muitas vezes escondemos dos demais, por não querer mostrar as fraquezas que ainda nos assomam. Por isso peço a paciência e a compreensão de todos.
Frequento um grupo espírita há uns 15 anos, embora assídua em sua mesa de trabalho como médium nas reuniões de desobsessão, passista nas reuniões de doutrinária, não consigo ainda me sentir parte do grupo, me sinto muitas vezes mera visitante e como visitante, às vezes, tímida em opinar a respeito de certas decisões que a dirigente da casa anuncie. Muitas vezes, calo-me perante as injustiças e observo em muitos casos, a conivência em realção a falhas de alguns frequentadores tidos como colaboradores.
Um centro espírita é um grupo coordenado por várias pessoas,que devem pautar sua conduta nos preceitos do Evangelho do Sublime Peregrino. A pessoa que o dirige deve está sempre orando e vigiando para não ser instrumento da maldade de espíritos infelizes e meus irmãos podem ter certeza que somos realmente atingidos por eles. Qualquer acontecimento que leve ao desequilíbrio, leva, também, a vitória dos espíritos que desejam nosso fracasso no trabalho em grupo. Viver em comunidade não é fácil, e podem ter certeza, é muito mais dificil quando é dentro do Espiritismo, porque somos chamados a toda hora ao exercício da lição.
E o que fazer meus amigos se este dirigente tem mais de 76 anos e já está na casa a mais de 40 anos? e percebemos que seu trabalho muitas vezes afastam as pessoas que ali aportam desejos de uma palavra de carinho, de um olhar fraterno ou mesmo de um conselho amigo? O que fazer se olhamos para todos os cantos e não percebemos uma pessoa preparada para assumir a cabeceira da mesa, já que faltou durante este tempo preparar um substítuto, mas, também sei que a espiritualidade não nos deixarão órfãos no momento preciso, mas me sinto angustiada quando vejo que a companheira de jornada está senil e fazendo coisas que afastam frequentadores que ainda não estão preparados na Seara do Senhor para perdoar e perceber que ela pertence a uma geração onde o rigor fazia parte da sua conduta e criação. A conduta desta companheira está deixando de fora cooperadores, que de boa vontade vem trabalhar, mas que ela poda por achar que eles ainda não estão preparados para o trabalho, e assim estes amigos se sentem ofendidos e magoados, em outros casos, falta o carinho em falar com o frequentador que pela primeira vez chega a nossa casa, e por não estar a par das normas e condutas são recriminados como crianças, por vezes, este frequentador nunca mais volta.
Não estou aqui meus amigos para julgar a conduta da companheira, apenas estou querendo entender e procurando solução para um problema visivel por todos que ali frequentam, mas não temos a coragem suficiente de afastá-la dos trabalhos, apesar de tentarmos falar com ela, mas percebemos que a senilidade é um véu que cobre o raciocinio e deixa a pessoa um pouco intransigente. Alguém me disse que faltamos com a caridade deixando-a fazer o que quer, e me pergunto, qual a maior falta de caridade, deixar ou retirar uma pessoa que dedicou por anos ao trabalho da casa? e que contribuiu muito para que esta casa Espírita que tem 73 anos de existência ainda permaneça com suas portas abertas.
J. Herculano Pires nos alerta que: Há pessoas que, por se sentirem mais fortes, decisivas e poderosas que as outras, embriagam-se com a ilusão do poder, desrespeitando os direitos alheios e sobrepondo-se, com rompança às opiniões dos outros. Atitudes dessa natureza, no meio espírita e no Centro, causam má impressão e constrangimento no ambiente, fomentado malquerenças desnecessárias. Em se tratando de Espiritismo, tudo se deve fazer para manter-se um ambiente de compreensão e fraternidade, sem exageros, tocado o quanto possível de alegria e camaradagem.
(...)
A disciplina autoritária e rígida teve a sua função na disciplina dos povos bárbaros após a queda do Império romano. Essa coerção prosseguiu pelos tempos sombrios do Medievalismo. Mas a era da Razão, que surgiu da noite medieval, reivindicou os direitos individuais do homem, na linha ateniense do esclarecimento cultural.
A rotina dos trabalhos do Centro, a monotonia das doutrinações exaustivas, a repetição dos ensinos que chegam a parecer inúteis, a insistência das obsessões agressivas, a inquietação dos que se afastam em busca do socorro ilusório de ciências psíquicas ainda informes e retornam desiludidos e cansados – todo esse ritornelo atordoante pode desanimar os que lutam contra a voragem das trevas. Mas é preciso resistir e continuar, é necessário enfrentar a ignorância petulante dos sábios que ainda não aprenderam a lição socrática da humildade intelectual, do sábio que só é sábio quando sabe que nada sabe.
(...)
O Centro Espírita é a cruz da paciência que Jesus nos deixou como herança do seu martírio. Ele nos livra da cruz que o Mestre enfrentou entre ladrões, salvando, morrendo com eles para salvá-los – um através da conformação difícil da dor, outro através da revolta e da indignação que levam ao arrependimento e à reparação.
Não lidamos com soldados e guerreiros, mas com doentes da alma. Nossa disciplina não deve ser exógena, imposta de fora pela violência, mas a do coração. Tem de ser a disciplina endógena, que nasce da consciência lentamente esclarecida aos chamados de Deus em nossa acústica da alma.

Muita paz para todos

terça-feira, 26 de maio de 2009

Categoria de espíritos obsessores



Meus irmãos queridos este tema é muito interessante e sempre me chamou a atenção, dando início a uma série de estudos, pretendo seguir o conselho do Espírito de Verdade que disse: "Espírita! amai-vos, este o primeiro ensinamento; instruí-vos, este o segundo." Por isso, irei transcrever, inferindo sempre que possível e de maneira despretenciosa, os temas que acredito ser de interesse de todos e de natureza doutrinária, para esclarecer e diminuir se possível dúvidas dos leitores deste pequeno espaço.

Muita Paz

Dos Disturbios mentais - Categoria de espíritos envolvidos com transtornos mentais

1. Espíritos inconsciente da sua condição - Confusão mental, consciência obnubilada, escuridão, dores físicas, cansaço, apatia, desatenção dos circusntantes, falta de maturação ou pbjetivo. Unem-se ao paciente por afinidade, buscando inconscientemente uma companhia, com a qual sentem-se confortados, etc. Resulta a obsessão passiva por osmose.

2. Espíritos induzidos a prejudicar o indivíduo - Consciente do seu estado, afirmam estar presestando serviços para obter vantagens, usam entidades inconscientes e obedecem a outros ( chefes); agem friamente, mas sem interesse pessoal ou apenas relacionamento remoto.

3. Espíritos que procuram prejudicar intencionalmente o paciente - Tenham ou não conhecimento da sua situação, o motivo é o desejo de vingança por injúria sofrida no passado, acompanhado de emoções intensas; às vezes, intendem apenas mudar dispositivos que os ferem: fazer com que os filhos cultivem sua memória (zurzindo quem os leve a esquecê-los). Alguns são levianos e gostam de brincadeiras de mau gosto.

4. Espíritos que compartilham as atividades do encarnado para obter gozo sensual - Com ou sem consciência do estado pessoal, entram em verdadeira simbiose em função do prazer proporcionado pela ligação (e não da pessoa em si); esta não importa e, sim, o gozo sensual decorrente dos vícios praticados em comum. Grande motivo de vampirismo. ( alcoólatras, sexólatras, entre outros, nos dois planos de existência)

5. Espíritos que não visam prejudicar a pessoa, antes a declararem queridos - Sabem o que faze,, mas estão mal orientados em face da ignorância e/ou sentimento possessivo que os impregnam: uns querem continuar ao lado dos amigos e parentes; outros " trazem para o lado de cá" pessoas que estimam, alguns "ajudar" entes queridos, etc.

6. Espíritos que praticam o mal pelo mal - Ou querem, sadicamente, transferir os seus sofrimentos a outros, para que sofram como eles; ou são servidores das Trevas, que pretendem manter o império do mal na face da Terra, pois o bem seria a condenação deles ao exílio em outros mundos mais atrasados.

domingo, 24 de maio de 2009

O bom médium


Meus irmãos queridos a mensagem que vou transcrever é da autoria espiritual de Ariel, espírito responsável pelo C.E. Aliança do Divino Pastor (RJ) e faz muito tempo que eu li esta mensagem que se encontra no livro Evolução para o terceiro milênio de Carlos Toledo Rizzini, achei umas das mais belas esplanação a cerca das qualidades de um médium. Sempre procurei pautar minha conduta espírita nesta mensagem.

" O bom médium é obrigado a viver as suas ações em relação à cadeia de ensinamentos, oriundos da chave-mestra. O bom médium não pode desencandear tempestades sem, primeiro, recolher no altar de suas elevadas condiçõesespirituais para prosternar-se em oração, vecendo assédiode todas as tentações espirituais. O bom médium é uma carta viva de amor; é um relatório de paz; é um sudário de sofrimento e perseguições; é a perpetuação de todos os ensinamentos que se renovam na sua própria fisionomia. O médium que não se afigura com este perfil, que não se aproxima desse exemplo, não é um médium exemplar; não é o escolhido; não é o eleito; não é a figura para a qual convergem a confiança e o respeito dos seus maiores. Um médium é instrumento apenas; é uma máquina ou boa ou má, defeituosa ou viciada, displicente ou atenta, que faculta o bom e o mau trabalho, bem ou mal cuidada. Os cuidados que se dão a esse médium dependem daqueles que o cercam, nos exemplos que recebe, nas configurações dos ensinos que se lhe incutem, nas obrigações cabidas, nos trabalhos aceitos e realizados com humildade. Apenas o espírito do médium pode divergir e dar à sua máquina um desgaste, uma aplicação que possa constranger, perante as autoridades que o separam para o trabalho de seleção. Por isso, se diz, se afirma e se proclama que o médium não deve envaidecer-se com elogios, porquee ele não é aquilo que muitas vezes pretende ser; não é, também, o que os espíritos por ele podem fazer refletir, mas será tão somente o que ele em si der do seu comportamento, da sua conduta, do seu procedimento. Assim labora o espírito em relação ao médiumque oferece a sua máquina, o seu corpo, a entidades espirituais. É preciso cuidar, é preciso ter atenção voltada para essa separação - médium e corpo - espírito e corpo, isto é, ambos podem ser distintos, entretanto, quando ambos se afinam, no trabalho da mediunidade, verificamos que a cadeia da mediunidade se acende, que a beleza da percepção se robustece, que a inteligencia prevalece, e assomam os sentimentos mais nobres de assistência e relevância aos trabalhos de amor e de sacrifício universal. Não dês guarida, médium, às tentações loucas deste mundo. Se queres ser médium de Jesus, caminha no silêncio das tuas decepções; revigora o teu espírito e amplia a tela dos teus conhecimentos, renunciando todos os dias às amarguras egoísticas que procedem de tua fase animal. Não te emaranhes no teu passado; não voltes oa teu progresso sentimento; retempera tua alma no trabalho construtivo e associa tudo que é belo neste mundo; e lembra-te de que o quadro mais tentador desta vida é aquele que apresentou no Gólgota, no Calvário, na figura do grande magnânimo, do grande sábio de Nazaré. Não queiras subir os degraus dos potentados. Sê tão pequeno que ninguém te veja entre os maiores; sê como uma cadeira que, às vezes, é útil, mas, outras vezes, repusante, para aqueles que se encontram cansados à margem da vida. Médium trabalhador da seara de jesus, esconde-te sob efeitos maravilhosos daquilo que teu espírito puder darde si mesmo e nunca te desgastes no procedimento de descompensar o equilíbrio em que trabalham as entidades que projetam na Terra, para arrancar os homens do sofrimento animal. Guarda-te, médium, guarda-te das arrnacadasespirituais das zonas positivas do mal, porque, em breve, a tua vida será ceifada, o teu corpo, se não for depressa, a velhice se encarregará de tornar uma máscara, uma das características mais tristes de quem alcança a longevidade. Apressa-te no passo aligeirado que a bondade te oferece, sê útil a todos que te cercame não profiras palavras más; nãodeixes correr de teus lábios expressões alcandoradas que não se justificam com a tua missão a serviço de Jesus. Concebe, depressa, que essa missão não é missão de glórias inúteis nrm vãs, e se nãoa cordaste até este momento, desce comigo, vem às profudenzas dos abismos e verás quantas almas amarguradas pelo suícidio, quantos espíritos que pranteiam a oportunidade que tiveste, quantas almas terão de prepassar as escadas difíceis para chegar onde te encontras a serviço da humanidade. Ninguém serve à humaidade com orgulho, sem serve o seu próximo com vaidade. Se pretendes assim fazer, corre depressa, deixa a tua túnica, medita e dá o braço ao mudano servidor, até que reconheças como deves recomeçar a tua tarefa. Recolhe-te médiium do Senhor, e , na tua meditação, reconhece quem é teu amigo Jesus, porque, no mundo, ninguém poderá servir a doiss enhores."

Muita Paz para todos!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Vida e sexo(1)



Tirando dúvidas de uns amigos sobre a questão do sexo, encontrei a resposta no Livro Vida e Sexo ditada pelo espírito de Emmanuel e psicografado por Francisco Cândido Xavier que transcrevo na íntegra logo abaixo, muita paz para todos!

Pergunta - O Espírito que animou o corpo de um homem pode animar o de
uma mulher, numa nova existência, e vice-versa?
Resposta - Sim, pois são os mesmos os Espíritos que animam os homens e as
mulheres. Item nº 201 de "O livro dos espíritos". Ante os problemas do sexo, é forçoso
lembrar que toda criatura traz os seus temas particulares, com referência ao assunto.
Atendendo à soma das qualidades adquiridas, na fieira das próprias reencarnações, o
Espírito se revela, no Plano Físico, pelas tendências que registra nos recessos do ser,
tipificando-se na condição de homem ou de mulher, conforme as tarefas que lhe cabe
realizar. Além disso a individualidade, muitas vezes, independentemente dos sinais
morfológicos, encerra em si extensa problemática, em se tratando de vinculações e
inclinações de caráter múltiplo. Cada pessoa se distingue por determinadas
peculiaridades no mundo emotivo. O sexo se define, desse modo, por atributo não
apenas respeitável mas profundamente santo da Natureza, exigindo educação e controle.
Através dele dimanam forças criativas, às quais devemos, na Terra, o instituto da
reencarnação, o templo do lar, as bênçãos da família, as alegrias revitalizadoras do afeto
e o tesouro inapreciável dos estímulos espirituais. Desarrazoado subtrair-lhe as
manifestações aos seres humanos, a pretexto de elevação compulsória, de vez que as
sugestões da erótica se entranham na estrutura da alma, ao mesmo tempo que seria
absurdo deslocá-lo de sua posição venerável, a fim de arremessá-lo ao campo da
aventura menos digna, com a desculpa de se lhe garantir a libertação. Sexo é espírito e
vida, a serviço da felicidade e da harmonia do Universo. Conseguintemente, reclama
responsabilidade e discernimento, onde e quando se expresse. Por isso mesmo, nossos
irmãos e nossas irmãs precisam e devem saber o que fazem com as energias genésicas,
observando como, com quem e para que se utilizam de semelhantes recursos,
entendendo-se que todos os compromissos na vida sexual estão igualmente
subordinados à Lei de Causa e Efeito; e, segundo esse exato princípio, de tudo o que
dermos a outrem, no mundo afetivo, outrem também nos dará.

A oração


Meus irmãos, no grupo espírita que frequento, tem esta mensagem em um pequeno quadro pintado a mão, pela beleza do conteúdo quero compartilho aqui com todos vocês e que possamos refletir nestas palavras e buscar orar mais e ter a certeza que a oração pode salvar nossas vidas, muita paz!

"A oração salvou-me a vida. Sem a oração teria ficado muito tempo sem fé. Ela salvou-me do desespero. Com o tempo a minha fé aumentou e a necessidade de orar tornou-se mais irresistível... A minha paz muitas vezes causa inveja. Ela vem-me da oração. Eu sou um homem de oração. Como o corpo se não for lavado fica sujo, assim a alma sem oração se torna impura." Gandhy

O que faz um médium fracassar

Em o Livro dos Médiuns, de Allan KArdec, encontramos as dez seguintes causas que levam um médium ao fracasso:
1. A falta de análise das comunicações - se o médium não análisa com rigor, filtrando os que recebe da espiritualidade, pode dá margem a que espíritos mistificadores, através de ditados extravagantes, desviem o médium e esterelizem sua mediunidade, dessa forma nada de bom e últil produzirá.
2. Leviandade - acontece quando o médium não leva a sério sua mediunidade e a utilizam para futilidades ou em seu próprio benefício. Desta forma, esses médiuns vivem rodeados de espíritos brincalhões e zombeteiros, levando o médium ao ridiculo portanto nada de bom destes espíritos podemos esperar.
3. Indiferença - caracteriza o médium que não procura melhorar seu procedimento e não tira proveito dos conselhos dos espíritos protetores lhes dão. Esses médiiuns são geralmente abandonados por seus protetores, porque os espíritos de boa vontade só axuliam os médiuns que trabalham ativamente para sua reforma moral.
4. A presunção - esses médiuns se caracterizam por julgar que só recem comunicação de espíritos elevados e, por isso, acreditam infalíveis. Geralmente esses médiusn são facilmente mistificados.
5. O orgulho - os médiuns orgulhosos pensam valer mais do que seus companheiros e que nada mais precisam aprender. Esses médiusn recebem duras lições que o reconduzirão à humildade da qual se afastaram.
6. A suscetibilidade - caracteriza o médium que possui excessivo amor-próprio. Esses médiuns geralmente perdem sua missão porque se melidramquando as comunicações são analisadas, ressentem-se por qualquer motivo.
7. A exploração da mediunidade - Essa é uma causa de gravissimo fracasso. O Espiritismo veio para destruir o egoísmo e não para reforçá-lo; o médium que usa sua mediunnidade para explorar seus irmãos desvirtuam sua missão e acabam sofrendo as consequencias.
8. Os médiuns egoístas - estes utilizam a mediunidade para proveito próprio, esquecidos de servir ao próximo fracassarão porque os espíritos do bem evitam esses médiuins e eles serão assistidos por espíritos ignorantes.
9. A inveja - geralmente esses médiuns ficam despeitados pelo sucesso de outro médium, mas não há motivo para invejar ninguem, quem quiser ser alvo das atenções dos espiritos superiores é só procurar praticar o bem e amar ao próximo.
10. Elogios - um médium deve evitar receber elogios e se o receberem deve procurar não alimentar o amor-prório ou sua vaidade, sabendo que nada do que ele fez foi feito sozinho e que sua obra é obra dos espiritos.
Para concluir, as causas do fracasso residem no próprio médiuim e por isso é necessário vigiar e orar como nos ensinou o sublime peregrino.

Muita Paz!

Fonte: A mediunidade sem lágrima

Um Sublime Peregrino

Um Sublime Peregrino